Sábado, Outubro 24, 2009

FERIADO NA BOLSA DE BOMBAIM

Esses dias foi feriado na Bolsa de Bombaim e achei o episódio [e o seu registro fotográfico] tão insólito/bizarro que me lembrou uma PAUTA deixada pra trás, fruto de duas coisas que li na Internet. A primeira, como de hábito, não lembro onde nem quando.

















Dizia que a NOVA ONDA DO MOMENTO era assim:

- que bonito o seu cabelo!

- gostou? Cortei este fim de semana no meu cabeleireiro favorito, no PAQUISTÃO.

Guardadas as devidas proporções, me lembra bastante vários diálogos em que participei; muitas vezes como ouvinte, mas muitas mais como EMISSOR.

"Quando morava em Brasília sempre comprava castanha do Pará no Ceasa" e tal.

E eu não queria ser ridículo com isso.

***

A outra é esta aqui:

"O que vem me tirando do sério com cada vez mais intensidade: multiculturalismo de butique. Necessidade de se mostrar um ser globalizado, que transcende nacionalidades, que experimenta de tudo e ama tudo o que é folclórico. Viver um trilhão de experiências sem se aprofundar em nenhuma, fatalmente transformando-se numa borda de catupiry humana: um rolo de massa inchada, com um creme branco que pode ser requeijão, maizena ou qualquer outra coisa terrível que sobrepuja o simples sabor de uma pizza. O importante, afinal, é a borda."

E, a bem dizer, não tenho nada a acrescentar

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Quinta-feira, Outubro 15, 2009

A IMPRENSA É A PROSTITUTA DOS FATOS

Um salve aos queridos leitores dessa nave chamada 16 tonelada. Eu voltei e agora é pra ficar, pois aqui, aqui é o meu lugar.

Citando o Rei Roberto e o Bial do BBB para dar IBOPE, vamos ao que interessa.

Após meses afastado, volto com uma constatação, como sempre óbvia e ululante: A imprensa é uma puta.

Isso pode ser facilmente constatado por quem gosta de futebol. Vamos ao caso do Dunga.

Os comentaristas de futebol, aqueles profetas do acontecido, que ganham milhões de estaletas para assistir e falar sobre as coisas da bola. Que afirmam que foi penalti após ver o replay por meia dúzia de vezes e mesmo assim erram, esses mesmos...não possuem coerência alguma com o que dizem (eu avisei que era óbvio).

Se você abrir os jornais do ano passado, por exemplo, encontrará centenas de análises "técnicas" sobre a forma de jogar do time do Dunga, a grande maioria descendo o sarrafo. Dunga é burro. Dunga não é treinador. Dunga vai cair. Muricy vai assumir. Luxemburgo tá na cola. Dunga não se classifica para Copa e por aí vai.

Todos eram seguros ao afirmar que o anão não possuia cacoete para dirigir uma seleção brasileira.

Hoje, após uma série de bons jogos, classificação antecipada para Copa, goleada na Argentina, o discurso dos profetas do acontecido inverteu: Dunga resgatou o orgulho de vestir a camisa amarela. Dunga trouxe o espiríto de luta e raça aos jogadores. Dunga chega a Copa como favorito. Dunga fez um excelente trabalho nesses 4 anos de preparação.

Percebam, como eu falei, que a análise, a sentença, certeira e retumbante ela só ocorre após o fato. Assim fica fácil demais. Seria o mesmo que acertar o resultado da Loto depois dos resultados. Não adianta.

E a putaria continua. Agora começa a análise de que o Brasil é favorito ao hexa. Primeiro, essa já é uma afirmação pleonástica, afinal o Brasil é o único pentacampeão, portanto só ele pode ser hexa.

Esse oba-oba persistirá até a Africa do Sul, logo ali.

A exemplo do que ocorreu em 2006. Até o jogo com a França, a imprensa decretava que tinhamos o time dos sonhos. o quadrado mágico. Bastou fazer feio para afirmarem que não tinha mesmo como ganhar. Que os jogadores estavam velhos. Que a seleção não tinha renovação, etc.

Na próxima Copa, certamente as coisas serão parecidas. Para onde o vendo soprar as putas direcionarão seus tinteiros.

Isso não se resume ao esporte. veja a política por exemplo.

No final do ano passado, Lula afirmou que a crise no Brasil seria uma marola. Foui o suficiente para ser chamado de fanfarrão. Para o Arnaldo Jabour esculachar. Diogo Mainardi quase teve um orgasmo com essa frase. Ora, se nos EUA que são os EUA a crise tava pegando gerak, imagina aqui no coitado e sofrido Brasil.

Agora as coisas se acalmaram. A crise está passando e, de fato as coisas não foram tão feias por aqui. Se apressam os analistas economicos, políticos e demais para mostrar números sobre as reservas de dólares do país, sobre o cenáriop político e social, sobre a plataforma de governo e concluir que, sim, o Brasil não deve sofrer tantos estragos como no resto do mundo.

Como dizia aquele bordão daquela finada revista: ACONTECEU VIROU MANCHETE.

Quinta-feira, Outubro 08, 2009

CSI MACEIÓ




MILHARES DE ASSUNTOS mais relevantes, tipo Zé Laya, Zé Mayer, mulher para presidente, superfaturamento em obras públicas versus grandes eventos patrocinados pela União [será que é ‘versus’ mesmo?, não seria ‘e’?], mas ao bom e velho futebol retorno. Pontos corridos ou mata-mata? Para o Campeonato Brasileiro, fico com os pontos corridos, que premia o mais regular, que, por causa da extensão do campeonato, acaba sendo o melhor, regrinha básica de estatística/probabilidade, não é questão de gosto. O mata-mata é mais emocionante, e, por futebol ser o que é, nem sempre o time mais completo sai vitorioso, um errinho e tchau expectativas, tchau campanha perfeita, e é isso o que os pontos corridos tendem a diluir. Pode existir campanha impecável [leia-se invicta], mas é raríssimo. O ponto é que, para o campeão, um ou outro tropeço não é somente inevitável, mas, acima de tudo, HUMANO. Mas fica sem aquela coisa de, em antemão[?], saber qual é o ‘jogo do campeonato’, com toda a pressão/emoção que isso pode significar. Afinal, alguém aí sabe como são vencidas as Copas do Mundo? Lembra de alguma finalíssima? Aposto que sim, ao menos para quem leu até aqui. Mas uma coisa não exclui a outra.







OU ENTÃO, ADOTEMOS um mata-mata igual aos da NBA, melhor de cinco, de sete, onde fica mais difícil o pior vencer o melhor, pois, sim, o futebol é capaz de zebras, mas não de milagres. Uma boa idéia [sim, ESPN rules – tá okay, parece que a Sportv melhorou bastante, deu uma revitalizada, mas aqui em casa não pega ‘chapa-branca’] é a Copa do Brasil estender-se um pouco mais, para que o segundo semestre não fique ‘em branco’, digo, sem mata-mata [Sulamericana não conta, não creio que precisemos de uma ‘segunda divisão’ continental aqui na América do Sul]. Para quê o alvoroço de jogo TODA quarta-feira durante [menos que] seis meses enquanto os outros [mais que] seis ficam sem atração alguma? Formulando de outra maneira, que prejuízo causaria? Ao contrário, iria ser vendido o pacote ‘Copa do Brasil’, que hoje não existe, é dado de brinde, pois somente o último quarto chega a ficar interessante. Dessa maneira, com jogos mais esparsos, sem a pressa de ‘acabar logo’ com a competição, até os classificados para a Libertadores poderiam disputar a CB, o que melhoraria o nível do campeonato, a quantidade de partidas relevantes – em termos de espetáculo mesmo. Mas deixem o Brasileirão como está, por favor.

Quinta-feira, Outubro 01, 2009

CAPITALISMO PARA O POVO!!!!!


UMA TURMA INTERESSANTE irá visitar, AGORA EM OUTUBRO, vários recantos do país visando "apresentar aos estudantes universitários brasileiros o pensamento libertário, de apoio ao livre mercado, paz e direitos individuais". Pena que na Etapa Norte/Nordeste só entraram capitais nordestinas [5 das 9], acho que o Norte também precisa alguma atencao, mas qualquer bocadinho está bom quando nada temos. Aqui em Maceió será no dia 20, no período da tarde. Vou espalhar essa idéia como se dela dependesse meu futuro. E tomara que dependa, ficar na dependencia desses feladaputas também conhecidos como políticos enche o saco. 



Sexta-feira, Setembro 11, 2009

11SET

Nada menos motivante como assunto para uma retomada que o 11 de setembro, não?

O que precisava ser dito foi dito e o impacto em corações e mentes que se julga devido aí está [quase nada, pra falar bem a real].

Documentários foram feitos e alguns fatos foram inexplicavelmente negligenciados aqui no Brasil. Se tantos fazem piada com a ideia de um atentado às torres gêmeas do Congresso Nacional, pq não um Globo Repórter sobre o acontecido?

De todo modo, ao ver essa foto hoje lembrei de um amigo dizer que viu na TV o relato de um bombeiro sobre uma grávida que se espatifou no asfalto como uma melancia, expulsando o feto.
























Sim, e querem que eu ache bonito. "Uma reação ao imperialismo", pois...

Na remota hipótese de alguém realmente endinheirado estar trabalhando no prédio àquela hora - e não a reles classe média internacional que gere os fundos dos ricaços que estão a passeio em Santorini - resta a dúvida: e os magnatas sauditas? Deixemos que construam torres maiores em Dubai com o sobrepreço oligopolizado que cobram de cada vivente neste planeta que se desloca por veículo de motor a explosão...

Por que não Mônaco? Não, não... os líderes do império da exploração do homem pelo homem estão em Nova Iorque!!!

Ah, os falsos inimigos...

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Quarta-feira, Setembro 09, 2009

GABIRU, REVOLUCIONÁRIO DE MERDA [ops, redundei]


ALGUMAS VEZES expresso minha indignação com os critérios de escolha, por parte da emissora-mor, do jogo a ser transmitido; quando, por exemplo, detém a exclusividade para a transmissão da Libertadores da América e fica passando somente a Copa do Brasil, especificamente com o jogo dos cariocas [mais ultimamente com os jogos do Corinthians], por questões de Ibope, mais ou menos no estilo ‘FODA-SE o critério técnico’. Fora a ‘sorte’ que temos tido ao vermos, ano a ano, um time brasileiro chegar aas fases adiantadas da competição, fazendo finais inclusive, pois é lógico que só há interesse na Libertadores se houver BRASIL-SIL-SIL na disputa, futebol por futebol não rola. Tanto é que a mesma emissora-mor desdenha os europeus [ainda bem, né?, ou não veríamos tantos jogos quanto vemos hoje em dia; um critério que também conta é deter a exclusividade mais para atrapalhar a vida da concorrência do que por interesse no evento em si].

SE HÁ PROMISCUIDADE entre a Vênus Platinada e a entidade organizadora dos campeonatos, é por questão de grana, afinal, de onde viria o dinheiro da CBF senão da venda dos direitos televisivos? A CBF somente agrada o patrãozinho, além de ser notório que não há interesse da CBF em vender seus ‘produtos’ para outra emissora qualquer, pois, além de tudo, há um pacto de não-agressão entre as duas amiguinhas, meio como se existissem áreas em comum, como se uma atirar na outra caracterizasse friendly fire. Sabem o que o Pânico começou a fazer com a galera do Projac e o CQC faz agora no Congresso? Mais ou menos nessa linha, é uma turma acostumada a ser venerada, não debochada, e que, mimadamente, reclama que foi chamada de feia e suja, que saiu como burra, desonesta, sei lá o quê, seja verdade ou não.


E SE HÁ O INTERESSE DE ATINGIR UM PÚBLICO MAIOR, para quê passar um Grêmio x Cruzeiro se ABC x Framengo atingirá maior audiência? Quem quiser escolher os jogos que quiser que COMPRE o pacote completo do campeonato, é uma questão puramente comercial, é a estratégia de quem não tem concorrência [ou sufocou-a]: presto o serviço que da maneira que quiser, quem procurar algo diferente que pague mais caro – uma alternativa mais séria admitiria que quem quisesse resolver esse tipo de ‘falha’ mercadológica pudesse agir por si mesmo para resolvê-la, mas não tem sido tão simples ser empreendedor nestepaís. Uma pergunta é: há alguma Lei que impeça isto?, há aqui alguma conduta que ultrapasse o moralmente reprovável e se torne legalmente proibida?, pois, fora disso, não há do que reclamar.


QUER DIZER, os critérios para a escolha dos jogos em transmissão aberta beiram o ‘nossos espectadores são idiotas’, ou seja, mesmo que Atlético-MG x Coritiba [só um exemplo, tá?] seja o jogo que definirá o campeonato, tenha os Clubes que montaram as melhores equipes, ou que possuem aquele grande craque, vamos passar Íbis x Corinthians pra galera da geral, pois ‘brasileiro’ não pode pensar por si e decidir o que é melhor, ou até mesmo assumir que o pior é preferível a despeito de suas desvantagens comparativas, afinal é uma escolha pessoal, os critérios são subjetivos. Vide a lei anti-fumo de Sumpaulo, que quer tornar públicos espaços que são privados, que desdenha a capacidade do consumidor de nunca mais voltar em um local fedido a cinzeiro, ou do garçom procurar emprego onde lhe aprouver, em um restaurante evangélico, sei lá. Vai na linha do ‘EU sei o que é melhor’, de que o cidadão comum é um pobre coitado aa espera do Salvador. É esse tipo de coisa que reprovo, mas, mudar tabela, passar ou não um determinado jogo, é um direito que assiste aa própria Vênus, foi ela quem pagou pelos direitos de transmissão. A venda é que foi tendenciosa por conta dos fatores de toma-lá-dá-cá, da possibilidade de ‘blindar’ A ou B? É errado ‘comprar’ um torneio somente para a concorrente não o transmita? Que se investigue e se prove o que está errado, que se derrube legalmente essa putaria, faça-se um jornalismo decente, como há de ser, mãos aa obra, deixemos de somente reclamar, pois, até pela falta de audiência, não dá em muita coisa, não haverá mobilização social relevante. Eu creio que a ESPN talvez tenha ‘poderes’ [leia-se ‘efetivo qualificado’] para isso, sem tirar o foco da transmissão com qualidade de inúmeros eventos esportivos, talvez ocupando um ou mais jornalistas que poderiam estar cobrindo outras coisas, mas, acho eu, o resultado talvez faça valer a pena.


RESUMINDO, É NATURAL QUE A GLOBO INTERFIRA NA TABELA, e interfere além do que é discutido, veja em outros anos a coincidência que era de, aos domingos, aas 16h, SEMPRE ter jogo de um clube carioca FORA DE CASA [para que seja transmitido para o Rio, oras; Por tabela, era o que passava, por exemplo, aqui nas Alagouas]. Quarta-feira, 21:30, a mesmíssima coisa. Ou seja, nao é só quando adianta ou atrasa um jogo de interesse, a coisa é feita RODADA APÓS RODADA, e NUNCA ouvi nego reclamar. E, a priori, nao há nada contra, afinal, quem paga o campeonato pode interferir, digamos, como parceira na feitura da tabela. O que seria anti-ético seria [a intenção de] favorecer o clube A ou B, mas creio nao ser assim que tem funcionado, e é até temeroso arrumar uma tabela com a intenção de ajudar, deixando sequências 'mais fáceis' para o final, o tiro pode sair pela culatra, nao há como prever o comportamento de varios times em um campeonato de oito meses, embora o simples tentar seja repreensível. No caso recente, do Corinthians nas rodadas 22, 23 e 24, diz-se que houve favorecimento aos mosqueteiros por terem conseguido um descanso maior, mas, lembremos, se a vigésima quarta rodada foi adiada, a vigésima segunda foi adiantada, o Timao jogou domingo e, depois, quarta-feira, enquanto os demais descansaram. A mudanca aconteceu pelo fato da Globo 'comprar' a sulamericana mas achar que nao vale aa pena transmití-la allova. Daí antecipa/adia o jogo do Curintia e fica 'tudo certo'. A FIFA nao permite esse tipo de 'comprometimento'? Quer dizer, nao permitir no sentido de NAO FAZER? Acho muuuito difícil. Aliás, quando se gaba de ser a entidade com o maior número de países filiados, deixa claro que há um quê de politicagem nessa coisa toda. E, no Brasil pelo menos, política e clubes de futebol andam de mãos dadas e cantarolando. Contudo, em sendo ilegal, cabe investigar e trazer aa tona. O que a ESPN, por exemplo, perderia com isso?



[OUTRA COISA: sou fanático por futebol, e tals, mas quero que a Argentina fique FORA da Copa de 2010, que bom para o espetáculo que nada. Facilitaria em muito para nós, inclusive caso nao ganhemos. Nessas horas me contradigo, inclusive na parte de ser contra patriotadas, mas, fazer o que...?, FODAM-SE OS ARRENTINOS!!!]

Terça-feira, Setembro 08, 2009

FAIR PLAY


Um jogo de futebol limpo, cordato, enobreceria o certame, faria todos que o assistissem terminarem com a sensação de que o mundo está melhor, mais aconchegante? Pode ser que sim, inclusive a paixão do futebol está aí, nesta felicidade que a vitória de meu time me dá, a sensação de que algo importante aconteceu, que o mundo comemora comigo. Okay, a derrota pode ter efeito diametralmente oposto, logicamente, mas para os mais aficionados ainda, que talvez ainda possuam um time de coração, mas que sabem admirar o belo futebol, disputado, dinâmico, a jogada surpreendente, o petardo inapelável, independentemente de que agremiação venham e mesmo que contra seu próprio time, são o que se há de considerar quanto o bom ou mau resultado do jogo; o interesse na ‘mágica’ de conseguir atravessar a bola de uma trave a outra sem utilizar das mãos e sem fazer parecer uma coisa desajeitada, estranha, afinal utilizamos, mais que tudo, as mãos para tocar os objetos, de assistir uma criança, que mal saiba o que faz, ver a bola vir para si e, em vez de apanhá-la, chutá-la com força [ou, se for apanhá-la, jogar-se no chão e gritar ‘Maaaaarcos’], é algo que está dentro de cada um que admira o futebol, que é indefinível.



Mas uma finalíssima disputada sem pontapés, somente com a bola no chão, embora por certas vezes alçada em um lançamento ou cruzamento, com atacantes e goleiros, zagueiros e alas-laterais, meio-campistas defensivos e ofensivos, desempenhando suas funções organizadamente, com esmero, dedicação, virilidade, sim, mas sem rispidez, sem a intenção de disputar a bola aérea com os cotovelos, de proteger a bola com os braços em vez dos ombros, de pisar em quem estiver caído, ao contrário, um ajudando o outro a levantar-se após uma disputa mais acirrada, parabenizando o adversário pelo belíssimo tento conquistado, pedindo desculpas por ser favorecido por um gol contra, indicando ao árbitro que o lance apitado a seu favor em verdade favorece ao adversário, et Cetera, bem, essa finalíssima soa mais como um amistoso do que qualquer outra coisa, vamos deixar de hipocrisia.



O brasileiro que foi punido por simular um pênalti, [vi na espn, mas num achei linque na página deles, vai o do ESTADAO]e por mais que se queira comparar o ato dele aa malandragem que grassa e que tudo estraga em nosso país, acabou ajudando o time, pois não adianta punir sem remediar o estrago da marcação errada do pênalti. Olá, á: o gol continuou valendo, Eduardo continuou com seu ‘bicho’, não caiu nem um pouco em desconsideração em sua ‘empresa’, enfim, um bafafá enorme e não se diz/escreve uma única palavra a favor da ajuda eletrônica ser efetivada, pois ela, sim, iria resolver as coisas na hora, Eduardo seria expulso e sua atitude seria repreendida pelos colegas, ele não ganharia ‘bicho’, enfim, não haveria vantagem alguma em simular. De outro jeito, mais valem os tres pontos da vitória, a classificacao a uma fase seguinte, o troféu... de que a dianta querer consertar se nao dá mais jeito de mudar o que ficou para a história como o resultado do jogo?



Outra coisa que poderia ser implementada é pararmos com a expressão ‘jogar a torcida contra o juiz’, afinal, que torcida do mundo SIMPATIZA com o juiz? O clamor se dá em toda e qualquer marcacao importante, contra ou a favor o time para que se torce, estando o juiz certo ou errado, nao somente nas em que houve simulacao, ué... mas aí é outra conversa.